sábado, 17 de março de 2012

NINGUÉM NASCE PECADOR - 3ª PARTE

....CONTINUAÇÃO....


4 -  COMO INTERPRETAR AS PALAVRAS: 


                               PERDIDO  e   ARREPENDIDO

 

Vejamos outros ensinamentos:

 

4.1 - AO INGRESSAR NA FASE DA CONSCIÊNCIA O HOMEM SE PERDE:

 

“Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”.  Lucas 19.10

 

“e chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos e lhes diz: Alegrai-vos comigo, porque achei a minha ovelha que se havia perdido”. Lucas 15.6

 

“E achando-a, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu havia perdido”. Lucas 15.9

 

“porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a regozijar-se”. Lucas 15.24

 

“era justo, porém, regozijarmo-nos e alegramo-nos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado”. Lucas 15.32

 

Vemos que os versículos acima citados definem o homem como alguém que se perdeu. Ora, só se perde aquilo que se tem.  Ninguém perde aquilo que não tem.

 

Ex: Se eu tenho um relógio e vier a perdê-lo, posso dizer que perdi o relógio, contudo, jamais poderei dizer que perdi um relógio se eu nunca tive tal objeto.

 

O Senhor tem todas as ovelhas assim que elas nascem, porém vem o salteador e as arrebata. Vejamos o ensinamento:

 

“Em verdade, em verdade vos digo: quem não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador”. João 10.1

 

“TENHO AINDA OUTRAS OVELHAS que não são deste aprisco; a essas também me importa conduzir, e elas ouvirão a minha voz; e haverá um rebanho e um pastor”. João 10.16

 

“Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. João 1:11

 

“eis que todas as almas são minhas. Ezequiel  18.4a

 

O homem é de Deus e estava na presença de Deus ao nascer, porém se perdeu ao sair da presença do Senhor, quando atendeu os desejos carnais pecaminosos.

Todos indistintamente são de Deus e estão na presença do Altíssimo ao nascerem, mas se perdem logo que conhecem o pecado e isso acontece quando ingressam na fase da consciência.

Uma pessoa só se perde quando deixa o caminho certo e segue em direções incertas.

Perder o rumo ou a direção é uma conduta inerente a alguém que estava no rumo ou na direção certa. Isso sugere o seguinte:

 

1 - Deus cria a todos absolutamente perfeitos;

 

2 - Todos, após o nascimento, se- perdem ao ingressarem na fase da consciência.

 

3 - Alguns são achados ao aceitarem o sacrifício do Senhor Jesus Cristo.

 

4.2 - PARA VOLTAR A PRESENÇA DE DEUS O HOMEM PRECISA SE ARREPENDER DE SEUS PECADOS:

 

Tiramos as mesmas conclusões dos seguintes versículos:

 

“assim apareceu João, o Batista, no deserto, pregando o batismo de arrependimento para remissão dos pecados”. Marcos 1.4

 

“assim, apareceu João  Batista, no deserto, pregando o batismo de arrependimento para remissão dos pecados”. Lucas 3.4

 

“Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”. Lucas 15.7

 

“e que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações, começando por Jerusalém”.

 Lucas 24.47

 

Obs. O arrependimento é uma atitude inerente ao reconhecimento de uma decisão tomada de forma errada, a escolha de um caminho errado ou a mudança de direção.

Isso sugere comparar a conduta de alguém seguindo no caminho certo, de repente muda de direção, mais adiante entende que tomou o caminho errado e se arrepende daquela decisão, retornando ao caminho certo.

 

Ex.: Uma mulher jamais poderá se arrepender de ter nascido com olhos negros se deles não gostar, uma vez que nascer de olhos negros não foi uma decisão inerente a sua vontade, ela já nasceu com olhos negros.

Mas poderá se arrepender de um dia ter posto lentes de contacto de cor verde para cobrir seus olhos negros, ao perceber que os objetos lhe prejudicam as vistas, pois a decisão de por as lentes foi exclusivamente sua.

 

Logo entendemos que uma pessoa só pode se arrepender de uma decisão que ela mesma tomou e o faz após reconhecer que errou.

Não cabe arrependimento por algo que alguém traz consigo desde o nascimento, muito menos se o erro vem desde a concepção.

Assim, fica incoerente dizer que uma pessoa já nasce pecadora e pretender que se arrependa de um pecado que não foi ela quem praticou.

Nesse caso, não caberia arrependimento, pois a pessoa já traria o pecado desde a concepção. Esse pecado não originou de sua vontade, o que é um pressuposto indispensável para que se opere o arrependimento.

Tal ensinamento é incompatível com as orientações de nosso Senhor, que pregou o Evangelho do Arrependimento.

A mesma sugestão podemos utilizar, da seguinte forma:

 

1 - Todos, ao serem concebidos ingressam na vida absolutamente, limpos e puros;

 

2 - Todos, logo após o nascimento, deixam o caminho certo sendo atraídos pelo pecado;

 

3 - Muitos após ouvirem a pregação do evangelho se arrependem e voltam para Jesus.

 

Note-se outro ensinamento:

 

“Eis que isto tão-somente achei: que Deus fez o homem reto, mas os homens buscaram muitos artifícios”. Eclesiastes 07.29

 

Como podemos ver, todos são criados perfeitos, mas se desviam ao lhes chegar o entendimento.

 

Assim, por tais ensinamentos, mais uma vez concluímos que ninguém nasce pecador.

 

5 - DAS CRIANÇAS O PERFEITO LOUVOR:

 

Os ensinamentos a seguir citados também revelam essa gloriosa verdade, até aqui explicada:

 

“e perguntaram-lhe: Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e de criancinhas de peito tiraste perfeito louvor?”. Mateus 21:16

 

“Jesus, porém, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus”.

Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como criança, de maneira nenhuma entrará nele.

Marcos 10. 14 e 15.

 

Os ensinamentos acima nos demonstram que o louvor das criancinhas é perfeito dizendo ainda que delas é o Reino de Deus.

Eis uma demonstração clara de que as crianças que ainda vivem a fase da inocência, não são pecadoras, isso porque o novo espírito que Deus nelas inseriu ou insere ainda é puro e santo.

Ora, a Palavra de Deus nos ensina que o Senhor não ouve a pecadores.

 

“sabemos que Deus não ouve a pecadores;   mas, se alguém for temente a Deus e fizer a sua vontade, a esse ele ouve”. João 9: 31

 

Logo, não existe nenhuma coerência em dizer que o pecado das crianças não é levado em conta pelo fato de serem crianças, vivendo ainda na fase da inocência.

Deus não suporta o pecado independentemente de quem o pratique, seja por uma criança inocente ou não.

Isso é incompatível com o caráter divino. Deus jamais, ao julgar esse ou aquele caso, irá usar dois pesos e duas medidas. Deus é único. Deus é perfeito. Deus é justo.

As crianças inocentes quando faltam nessa fase, são salvas não pelo fato de serem crianças inocentes, mas porque ainda não pecaram.

Ora, por tais ensinamentos entendemos que, uma vez que Deus recebe e se agrada do louvor das crianças, e para elas escancara as portas do Céu, as tais não são pecadoras, e não são porque o espírito nelas inserido, recém-criado, ainda é puro e santo, e assim será até o dia em que ingressarem na fase da consciência, quando então acabarão pecando porque isso acontece com todos.

 

Note-se mais ensinamentos proferidos pelo próprio Senhor Jesus:

 

“Vede, não desprezeis a nenhum destes pequeninos; pois eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêm a face de meu Pai, que está nos céus.

[Porque o Filho do homem veio salvar o que se havia perdido.]

Que vos parece? Se alguém tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará as noventa e nove nos montes para ir buscar a que se extraviou?

E, se acontecer achá-la, em verdade vos digo que maior prazer tem por esta do que pelas noventa e nove que não se extraviaram.

Assim também não é da vontade de vosso Pai que está nos céus, que venha a perecer um só destes pequeninos”. Mateus 18.10-14

 

Aqui o Senhor coloca o assunto com uma clareza marcante. O texto por inteiro nos fala do cuidado de Deus com as crianças disponibilizando anjos para as guardarem e por elas intercederem incessantemente. O versículo 14 (quatorze), ensina claramente que o Altíssimo não quer que as tais se percam.

Ora, se Deus não quer que as crianças se percam, isso equivale dizer que enquanto crianças inocentes, as tais não se perderam, e se não se perderam, é porque sobre elas não paira nenhum jugo de pecado, logo ainda não pecaram.

 

Por conseguinte, se as crianças inocentes não são pecadoras, é porque ninguém nasce pecador, o que confirma tudo que já temos dito.


CONTINUA.....

 

NINGUÉM NASCE PECADOR - 2ª PARTE

....CONTINUAÇÃO.....


A seguir farei algumas demonstrações, confirmando essa gloriosa verdade: Ninguém Nasce Pecador.

 

 

1 - DEUS ENSINA A CAIM:

 

O exame pormenorizado desse assunto começa pelo seguinte texto sagrado:

 

“Então o Senhor perguntou a Caim: Por que te iraste? e por que está descaído o teu semblante?

Porventura se procederes bem, não se há de levantar o teu semblante? e se não procederes bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo; mas sobre ele tu deves dominar”. Gênesis 4.6 e 7

 

Vejamos a ultima parte do versículo 7 acima:

 

“e se não procederes bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo; mas sobre ele tu deves dominar”.

 

Vemos neste texto o próprio Senhor Deus ensinando a Caim a forma de como ele evitaria o pecado.

 

Vejamos agora outro versículo que se relaciona com o primeiro:

 

“então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o  pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte”. Tiago 1.15

 

No primeiro versículo, Deus ensina como se evitar o pecado: “Sobre teu desejo tu deves dominar”.

Ora, concupiscência é o desejo desenfreado da carne. No momento que se atende a esse desejo, nasce o pecado conforme o segundo versículo acima citado.

Esses dois versículos nos confirmam o entendimento de que o pecado é um ato da vontade do cidadão.

O ato de pecar pressupõe uma atitude, um procedimento, um movimento pessoal do pecador no sentido de praticar o erro.

O pecado está na natureza carnal como nos ensina Gênesis 4.7: “O pecado jaz à porta”, porém somente cometerei um pecado se eu atender a um desejo pecaminoso da minha carne.

Uma pessoa ao ser concebida ingressa na fase da inocência, passará por todo o período de gestação e ainda viverá um tempo nessa etapa da vida, durante o qual não terá condições de agir por vontade própria e, portanto, não estará sujeita a prática do pecado.

Quando a criança deixa a inocência e entra na fase da consciência e começa a ter noção do que é certo e do que é errado, ai então age por conta própria e infelizmente logo é seduzida por satanás e começa a pecar.

Embora a nossa natureza carnal esteja impregnada pelo pecado, se nós conseguirmos fazê-la sucumbir, reduzindo-a à servidão não atendendo seus anseios pecaminosos, não seremos pecadores como nos ensina Tiago 1.15 acima citado, (É verdade, contudo, que tal façanha somente o nosso Senhor Jesus conseguiu realizar).

É necessário que eu me mova no sentido de atender a um desejo ou concupiscência ou qualquer ação carnal abominável pelo Altíssimo para que se consuma o pecado.

Em qualquer hipótese, o pecado será sempre uma atitude pessoal do pecador, ainda que tal procedimento aconteça em sonhos ou mesmo em pensamentos.

Cabe explicar que os sonhos são quase sempre conseqüências da ocupação diária do ser humano, algo que se vê, ou que se sente ou que se faz, ou que traz preocupação, traumas, anseios ou desejos represados no cotidiano e que ficam armazenados no subconsciente das pessoas, e se manifestam quando elas estão repousando.

O simples fato de estar a nossa natureza carnal (que acaba agindo intensivamente sobre a nossa própria carne) impregnada pelo pecado não imputa ao ser humano a identidade de “Pecador”.

Quem peca é o espírito, não é a natureza terrena ou a carne, pois essa já está impregnada pelo pecado.

É preciso, portanto, que a pessoa se mova, agindo no sentido de realizar o pecado para que venha a ser um pecador, e isso é impossível para o recém concebido ou quem está vivendo a fase da inocência.

O ser humano ao nascer traz consigo o vírus do pecado na carne, mas somente será um pecador quando atender a um desejo pecaminoso da carne.

 

Assim enquanto o ser humano não tiver entendimento para agir por livre e espontânea vontade no sentido de praticar o erro,  ele não será um pecador.

 

2 - A PALAVRA DE DEUS ENSINA:

 

A partir de agora faremos uso de outros versículos que irão confirmar as verdades até aqui demonstradas em relação ao pecado:

 

“Que quereis vós dizer, citando na terra de Israel este provérbio: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram?

“Vivo eu, diz e Senhor Deus, não se vos permite mais usar deste provérbio em Israel.

“Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá”. Ezequiel 18. 2 – 4

 

“A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho, A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele”.

Ezequiel 18. 20

 

“Naqueles dias não dirão mais: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram”.

“Pelo contrário, cada um morrerá pela sua própria iniqüidade; de todo homem que comer uvas verdes, é que os dentes se embotarão”. Jeremias 31.29, 30

 

“Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Deus”.

Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus”.

Romanos 14 :10  e   12

 

Os textos acima citados nos trazem com absoluta clareza a confirmação do que já temos dito anteriormente.

Ninguém paga pelo pecado de outra pessoa: “A alma que pecar, essa morrerá”; “Cada um dará conta de si mesmo a Deus”.

Logo, não tem cabimento o ensino dominante de que temos de pagar pelo pecado de Adão.

Para que a pessoa se transforme numa pecadora é preciso primeiro que ela nasça, ingresse na fase da consciência e aí, então, ao escolher por livre e espontânea vontade a prática do erro, ela se tornará uma pecadora.

 

Isso também nos responde porque

ninguém nasce pecador.

 

3 - ANÁLISE DO ASSUNTO DESDE A CONCEPÇÃO:

 

A seguir veremos informações cada vez mais contundentes, confirmando as verdades citadas.

 

“Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne”. Gênesis 2.24

 

Entendo que este versículo, além de falar da união de um casal formando uma só carne, fala principalmente da conseqüência dessa união, que são os filhos.

Na verdade, a expressão: “serão uma só carne” se consubstancia nos filhos do casal.

Ora, no corpo de um filho está representada a carne de seu pai e de sua mãe. Daí a expressão: "Serão uma só carne".

Um detalhe importante se destaca nesse texto, Deus, falando sobre a união de um casal determina:

 

“Unir-se-á o homem a sua mulher e serão uma só carne”

 

Deus não diz que da união do homem com a mulher resultará um só espírito.   Jamais isso acontecerá.

 

Embora tudo seja feito por obra do Altíssimo, existe algo de muito especial na concepção de uma criança:

 

1- O corpo revestido de carne é o resultado da união do casal. Toda carne procede de Adão.

 

Ex.: O filho carnal traz em seu corpo as características do pai e da mãe, e esses procedem de Adão e nele vem inseridas todas as impurezas pecaminosas que se acumulam desde o primeiro homem .

 

2 - O espírito( a vida ) é dado por Deus  e nada tem a ver com a união dos pais, nem procede de Adão.

 

Ex.: O espírito do mesmo filho acima citado traz em si as características de seu pai, sua mãe, seu vizinho, do gari, do europeu, do africano, enfim de todos os seres humanos e principalmente, traz as características do Todo Poderoso, que é quem o deu, porque foi feito à imagem e à semelhança de Deus logo, o mesmo espírito, não pode receber as influências pecaminosas que começaram em Adão.

 

Assim, toda vez que ocorre a concepção de um ser humano, Deus cria e forma nela um espírito novo, feito a sua imagem e conforme a sua semelhança.

A união do pai e da mãe transmite para o filho as características carnais, mas não transmite as características do espírito, uma vez que essas são dadas por Deus.

 

OBS.: O corpo carnal jamais possuirá a imagem e a semelhança do Todo Poderoso, contudo, trará tais características de seus genitores.

 

Logo concluímos que o corpo, a parte carnal do ser humano, vem do pai da mãe e de Adão, mas o espírito não vem dos pais e muito menos de Adão.

O espírito vem de Deus. 

Vejamos os diversos ensinamentos:

 

“Além disto, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e os olhávamos com respeito; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, e viveremos?” Hebreus 12. 9

 

“Pois eu não contenderei para sempre, nem continuamente ficarei irado; porque de mim procede o espírito, bem como o fôlego da vida QUE EU CRIEI”. Isaías 57.16

 

“A palavra do Senhor acerca de Israel: Fala o Senhor, o que estendeu o céu, e que lançou os alicerces da terra e que formou o espírito do homem dentro dele”.  Zacarias 12.1

 

“Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos em que dirás: Não tenho prazer neles”.

e o pó volte para a terra como o era, e o espírito volte a Deus que o deu”.  Eclesiastes 12.01 e 07;

 

“Se ele retirasse para si o seu espírito, e recolhesse para si o seu fôlego,

toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó”. Jó 34 . 12 e 14

 

“Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá”. Ezequiel 18. 2-4

 

Ora, Deus é perfeito, é santo e não admite pecado. Como, pois criaria um ser pecador já na sua concepção?

 

Será que Deus iria colocar numa criança recém-concebida um espírito já contaminado pelo pecado?

Criaria o Altíssimo um espírito já morto? Ora, dizer que uma criança já nasce pecadora é o mesmo que dizer que seu espírito já nasceu morto.

É claro que não. Isso é incompatível com o caráter divino, e por que não dizer que é desumano, imputar a um recém-nascido tamanho jugo.

 

Daí, concluímos mais uma vez:  Ninguém nasce pecador.



CONTINUA.......

NINGUÉM NASCE PECADOR - lª PARTE


Eis mais uma afirmação que com certeza irá surpreender a todos:

NINGUÉM NASCE PECADOR.

Vamos publicar este estudo em 5 partes. Esta é a primeira

O povo de Deus precisa se livrar da terrível venda, que impõe ao inocente ser,  recém concebido, o insuportável peso do pecado desde o ato da concepção.

Eis aí mais um “MITO”, cegamente cultivado pelo povo de Deus.

Vamos demonstrar, através das Escrituras Sagradas, que a afirmação acima é uma gloriosa verdade, e  que, o contrário, não passa de um pesado jugo imposto por satanás visando denegrir o caráter do Altíssimo e tornar vulnerável um dos princípios mais elementares do Todo Poderoso, que é o preceito de Justiça.
Impressiono-me, com a falta de vigilância dos teólogos e estudiosos das escrituras que ao longo da história, aplaudem essa mentira de Satanás no coração da Igreja de Cristo, quando deveriam combater essa informação criminosa contra a Palavra de Deus e contra o ser humano.

Fico perplexo porque as escrituras exibem com aabsoluta clareza essa gloriosa verdade:

 NINGUÉM NASCE PECADOR.

Precisamos entender que:

Todo ser humano nasce com o pecado, mas não nasce pecador. O pecado vem na carne, desde Adão, no entanto, uma coisa é nascer com o pecado e outra absolutamente diferente é nascer pecador.


Fisicamente Deus fez somente um ser humano – Adão, e dele fez toda a humanidade.
 TODO SER HUMANO, FISICAMENTE, PROCEDE DE ADÃO

Espiritualmente Deus fez e fará novo, puro e absolutamente santo cada ser humano que veio e virá ao mundo.
TODO SER HUMANO, ESPIRITUALMENTE PROCEDE DE DEUS.

Ao pecar Adão permitiu o ingresso do pecado no mundo contaminando a sua carne e o seu espírito. 

A contaminação na carne é passada para os descendentes , uma vez que herdam geneticamente as características do ancestral .

No entanto a contaminação no espírito não pode em absoluto ser passada ao descendente, uma vez que cada espírito formado, vem diretamente de Deus, que o forma novo, puro e santo em cada pessoa. 

 O pecado pode ser comparado a uma moléstia que está "incubada" na carne do ser humano,   porém tal moléstia, somente se manifestará se a pessoa, atender a um desejo ou concupiscência, de sua natureza carnal, E ISSO É ABSOLUTAMENTE IMPOSSÍVEL PARA UM RECÉM-NASCIDO. que ainda não tem entendimento para tomar tal decisão.

Cabe enfatizar algumas vertentes claras das quais o filho de Deus não pode se desviar:


“Deus é perfeito, é santo e não admite o pecado”.

“Deus, um ser espiritual que não suporta o pecado, jamais iria formar uma pessoa pecadora já na sua concepção”.

“O pecado gera imediatamente a morte espiritual” - Ora dizer que uma pessoa é pecadora desde a sua concepção é o mesmo que afirmar que a tal morreu sem conhecer a vida;

“NINGUÉM PODE MORRER SE NÃO ESTIVER VIVO”;

“DEUS NÃO IRIA INSERIR A SUA IMAGEM E A SUA SEMELHANÇA NUM SER PECADOR E ""MORTO"".

“Deus é o autor da vida, a morte é o instrumento de satanás, cujo inimigo é obrigado a se curvar aos pés do Altíssimo até pelas inúmeras derrotas que já sofreu, e não ousaria importunar a presença do Todo Poderoso no sublime e majestoso ato de criação da vida”.

“A morte espiritual é uma escolha espontânea do homem que por ela só pode optar quando tiver consciência para fazê-lo. Jamais será uma imposição de Deus”.
“Justiça é a base do trono de Deus” e a afirmação de que todos já nascem pecadores, depõem contra esse princípio elementar do Todo Poderoso.

Corroborando com as diretrizes acima, cabe acrescentar que ao sustentar que todos já nasceram ou nascem pecadores, presta-se um serviço ao inimigo de Deus na medida que tal afirmação insere na própria divulgação do evangelho visando a conquista de novas almas, um ingrediente complicador que leva o pecador a duvidar da mensagem recebida.
Ora, como pode ser justo que uma pessoa pague pelo pecado de outra? Essa dúvida atroz com certeza estará rondando insistentemente a mente do pecador, provocando um terrível conflito na organização de seus pensamentos.
 Nada obstante, contra essa hipótese, a palavra de Deus é muito clara. Como, pois, subsiste e atravessa os séculos o carma de que todos temos que pagar pelo pecado de Adão?
Eis aí mais uma mentira de satanás no coração da igreja. Afirmar que todos já nascem pecadores é desmentir a Palavra de Deus em Rm. 5.14,15,19 e 14.10-12; Ez. 18.2-4,20; Jm 31.29-30, é chamar Deus de injusto, é denegrir o caráter do Todo Poderoso, etc, afinal quem se opõe ao Criador em todas as dimensões senão satanás.
O povo de Deus precisa estar atento às astutas manobras do maligno que quer a qualquer custo impedir o crescimento espiritual do cristão e automaticamente fechar o seu acesso às incontáveis bênçãos que estão à sua disposição. Satanás sabe perfeitamente que quanto maior conhecimento o povo de Deus adquire, menor serão as suas chances de agir.
Foi meditando nessas incoerências que passei a pesquisar o assunto à luz da Palavra de Deus, onde encontrei as respostas esclarecedoras que me trouxeram alegria ao verificar que de fato ninguém nasce pecador.

A seguir farei algumas demonstrações, confirmando essa gloriosa verdade: ninguém nasce pecador.

....CONTINUA....